quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Linhas de tempo - Capzles

Linhas de Tempo - Capzles

O programa Capzles é constituído principalmente por "linhas de tempo". À primeira vista é um programa bastante apelativo e que nos cativa, tendo assim a opção de ir buscar imagens ao próprio programa para utilizar como fundo ou também tem a opção de descarregar de pastas próprias e fotografias pessoais. O programa Capzles também nos possibilita inserir uma música de fundo.
A nosso ver é um programa indicado mais concretamente para professores e educadores pois torna-se um pouco complexo e pouco prático, é um site muito pouco intuitivo.
Este site pode e deve ser um recurso para os professores a partir do 4ºano, pois com as imagens e a música de fundo as crianças têm a possibilidade de aprender as matérias leccionadas de forma mais lúdica.

Capzles




"Concurso Conta-nos uma História"


O "Concurso Conta-nos uma História" que já conta com o 8º Edição, resulta da parceria do Ministério de Educação, Direção Geral da Educação (DGE), Plano Nacional de Leitura (PNL) e o Gabinete de Bibliotecas Escolas (RBE) com a Microsoft e a Associação Portuguesa de Professores de Inglês. 
Este concurso baseia-se na participação do público mais jovem, mais concretamente do Pré-Escolar e do 1ºciclo com o objetivo de incentivar a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), mais concretamente tecnologias de gravação digital no que diz respeito ao áudio e ao vídeo.
O concurso é constituído por contos e recontos em em Língua Portuguesa ou Língua Inglesa, sendo que o diálogo e o debate é muito importante.
A pessoa interessada em participar neste concurso de histórias deve fazer a sua inscrição online, e se, achar oportuno deve verificar o regulamento do mesmo sendo que está disponível na mesma plataforma onde se encontra o site da inscrição.
Este concurso desenvolve várias competências nas crianças como por exemplo a literacia digital, a criatividade e a escrita, fazendo também com que os participantes recorram à biblioteca escolar e aos recursos educativos disponibilizados. 

Resultado de imagem para conta-nos uma história



Educação, D. G. (s.d.). Concurso "Conta-nos uma história!". Obtido de EQUIPA DE RECURSOS E TECNOLOGIAS EDUCATIVAS: http://www.erte.dge.mec.pt/concurso-conta-nos-uma-historia

sábado, 17 de dezembro de 2016

Atividade com a televisão - Sotão Mágico



Atividade com a televisão
No âmbito da UC de Língua Portuguesa e Tecnologias da Informação e Comunicação (LPTIC), foi-nos solicitada a escolha de uma emissão televisiva adequada ao jardim-de-infância, pré-escolar ou 1º Ciclo do Ensino Básico (1º CEB). O objetivo é apresentar a emissão (nome, horário, tipo de emissão, periodicidade, público-alvo, breve descrição da série e/ou do programa selecionado), destacar as potencialidades do programa para o ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa, e apresentar duas atividades (uma oral e outra escrita) que trabalhem esta área disciplinar.
A emissão por nós escolhida destina-se ao 1º CEB mais propriamente para o 1º e 2º ano de escolaridade. “O Sótão Mágico” é uma série de animação que foi transmitida no programa televisivo “ Ilha das cores” na RTP2.  A série de televisão a “Ilha das Cores” teve objetivos de entretenimento e educativos dirigidos a crianças em idade pré-escolar, segundo Teresa Paixão, responsável pelo gabinete de Programas Infantis da RTP2 e autora do programa, este teve como influência séries semelhantes realizadas pela RTP, como a Rua Sésamo e o Jardim da Celeste. “Com a Rua Sésamo na memória de toda a gente e o Jardim da Celeste como exemplo de um bom sucedâneo da série americana, a Ilha das Cores foi encomendada pela Direção da RTP 2 com o objetivo de se fazer uma série para o pré-escolar retomando assim a RTP uma certa tradição de produção de programas infantis.” (Paixão, 2007).
Houve também uma preocupação em quebrar estereótipos, e isso é também referido no artigo da autora, principalmente na criação das personagens “A preocupação da quebra dos estereótipos na criação das personagens foi um dos pontos concordantes entre a autora, a coordenadora de guiões, que as caracterizou, e a psicóloga contratada (…) Além do mesmo número de homens e mulheres, também se queria dar às mulheres papéis menos comuns. (…) Os avós também foram muito pensados. O que se pretendia era a imagem de uns avós urbanos, abertos às novidades tecnológicas e às ideias, que tivessem vivido os anos 60 com alguma intensidade, bem-dispostos e saudáveis entre outras razões porque se davam com gente nova e faziam exercício físico. (…) Também se pretendia criar alguns tiques para as personagens. Isabel Medina, coordenadora de guiões e quem desenvolveu a personalidade de cada personagem, criou uma Marta que dizia “Filha de Peixe sabe nadar” ao mesmo tempo que fazia o gesto com a mão, uma Cantarola que falava em rima, um Manuel agricultor que passava a vida a citar a família (alargadíssima) ”. (Paixão, 2007) Cada personagem representa determinados objetivos, estão presentes vários escalões etários (como o Leonardo, a personagem mais nova), o mesmo número de homens e mulheres e pelo menos uma personagem negra e portuguesa com uma profissão diferenciada (Joana a médica que adorava praticar atividade física). Foram ainda criadas personagens em desenho animado: o Zé dos Sete Mares, o Cantor Romântico, os fantasmas do Sótão Mágico, a Trupe Intrépida e a família Silva da Silva. A intenção era ter em cada episódio personagens em 3D ou 2D (todas elas eram em 2D exceto o Zé dos Sete Mares que era 3D), tal como eram usados o Egas e o Becas, ou o Monstro das Bolachas na Rua Sésamo.
Quanto à programação a “Ilha das cores” estava colocada no melhor horário do Zig Zag, entre as 8:00h e 8:30h, e era repetido três vezes ao dia para que todas as crianças, independentemente dos seus horários, pudessem assistir. “Tanto no alvo Universo como no dos 4 aos 14 anos o share foi sempre acima da média do canal e muito bom. Pode dizer-se com segurança que 70% das crianças que veem televisão já viram a Ilha das Cores pelo menos uma vez”.
Apesar de este programa ter sido pensado nas crianças do pré-escolar, foi visualizado por muitas outras faixas etárias, e desta forma, sendo um programa com objetivos de entretenimento e educativos, pode ser utilizado como recurso educativo para o 1º CEB. Desta forma é importante referir o episódio 9 do “Sótão Mágio” em que são apresentadas palavras terminadas em “AR” para que se possa construir uma canção. Segundo o Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Básico, no 1º CEB os domínios de conteúdos são quatro, a Oralidade, a Leitura e Escrita, a Educação Literária ou Iniciação à educação Literário no caso do 1º e 2º ano e por último, a Gramática. Com o visionamento desta pequena série, poderíamos trabalhar diversas áreas do Português, no entanto é importante referir, no caso da Oralidade, a aquisição de vocabulário, a articulação, entoação e ritmo, quanto à Leitura e Escrita, é de referir as características deste tipo de texto - poema, a Gramática também se poderia abordar, como os sinónimos e antónimos ou a flexão em género e número, e por último, quanto à Iniciação à Educação Literária, a memorização e recitação do poema. Duas atividades, como foi solicitado, poderiam ser, a memorização e recitação da canção que é dada pelos fantasmas do Sótão Mágico (toda a turma canta recitando as palavras com clareza) e outra poderia ser a escrita, com o apoio do professor, a turma em conjunto pode criar um pequeno poema com algumas das palavras terminadas em “AR” presentes na séria televisiva, e outras.












Referências Bibliográficas

Animation, B. (Realizador). (2008). Sótão Mágico [Filme].

BUESCU, H. C., MORAIS, J., ROCHA, M. R., & MAGALHÃES, V. F. (2015). Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Básico. Direção Geral da Educação.

Paixão, T. (2007). Do Continente até à Ilha das Cores, televisão para o pré-escolar. Media e Jornalismo , 102-118.






terça-feira, 29 de novembro de 2016

Reflexão Individual - Vânia Silva



Segurança na Internet

No âmbito da Unidade Curricular (UC) de Língua Portuguesa e Tecnologias da Informação e Comunicação (LPTIC), foi solicitada uma reflexão individual sobre questões de segurança, privacidade e fidedignidade suscitadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação, tendo por base a aula apresentada pelo professor João Torres, a leitura dos textos de imprensa sugeridos e outros.
A internet é um meio versátil e uma fonte de inesgotáveis recursos, que nos permite contactar com utilizadores em regiões remotas e estabelecer uma rede de partilha com o mundo. Assim, diariamente são milhões os utilizadores, de todas as idades e culturas que usam a internet e são muitas as vantagens deste mundo diferente como novas formas de jogar, novas formas de aprender, novas formas de comunicar, novas formas de viajar, inclusive visitas virtuais a museus, novas formas de nos exprimir, como os emotions. No entanto, este mundo repleto de potencialidades também oferece alguns riscos que ameaçam a nossa segurança, é por isso necessário ter conhecimento destes riscos para que desta forma nos possamos proteger e tomar as devidas precauções. Como o professor João Torres referiu na sua apresentação: “As facas também são perigosas e corremos o risco de nos cortar, mas não é por isso que deixamos de as usar, simplesmente, aprendemos a usá-las”. Ainda segundo o mesmo, quando se utilizam as tecnologias é necessário “cuidado!!!” aos mais diversos níveis, tais como: Conteúdos (pornografia, racismo, violência, droga, jogos, informação incorreta e perigosa); Dados pessoais (roubo de identidade, aproximações indevidas, mensagens com falsos remetentes ou mensagens em redes sociais); Contactos (correio eletrónico não desejado e conversação com estranhos em salas de conversa (chat), encontros presenciais com desconhecidos…), um exemplo dado foram uns email que se recebia dizendo ser da polícia, que eram uma burla, uma vez que é sempre de estranhar uma multa vir por email e o facto de o nosso email vir em BCC – significa que foi enviado para mais pessoas mas eu apenas vejo o meu endereço de email; Gestão de tempo (dependências, utilização sem objetivos…); Burlas (invasão da privacidade através da publicidade não desejada, falta de transparência entre a publicidade e o conteúdo, esquemas fraudulentos…). Uma piscina apresenta diversos perigos principalmente o risco de afogamento, como tal, poderemos colocar vedações para as crianças não irem para lá, no entanto, se a cancela estiver aberta elas vão na mesma, podemos estar sempre ali a vigiar, no entanto, podemo-nos distrair…ou seja podemos aplicar todas estas soluções, mas a mais eficaz será ensinar a criança a nadar e desta forma prevenir o risco de afogamento.  
Segundo um artigo de opinião da revista Visão, escrito por Paulo Vasconcelos[1], “foi há 23 anos, a 30 de Abril de 1993, que o CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear) estabeleceu a internet (WWW - World Wide Web). Aconteceu o Big Bang da era da informação: a partir de então foi uma explosão de servidores e serviços com utilizadores a disponibilizar e a aceder à informação”. (Vasconcelos, 2016) São muitas as empresas hoje em dia que existem apenas na internet sendo também muitos os negócios que se baseiam única e exclusivamente em plataformas web. Assim, é cada vez maior o número de pessoas que utilizam o homebanking, que fazem compras sem ver o produto diretamente, que compram passagens aéreas e que fazem as reservas em hotéis, entre muitas outras coisas, mesmo as pessoas mais reservadas. É o que todas estas transações têm em comum, a entrega de dados pessoais e consequentemente a partilha de informação, que ameaçam a nossa segurança. Obviamente que todas as empresas criadoras de software e hardware têm sempre presentes a questão da segurança, no entanto esta é uma batalha difícil de travar, uma vez que "Qualquer dispositivo ligado, controlado por uma aplicação, tem, quase certamente, pelo menos um problema de segurança. Os hackers podem explorar várias dessas vulnerabilidades ao mesmo tempo (…)” refere Victor Alyushin, analista de segurança da Kaspersky Lab. (Kaspersky Lab , 2016) Os smartphones por exemplo, segundo Paulo Vasconcelos,são muito mais do que telefones, são máquinas com grande capacidade de cálculo e de comunicação. Ao fazer uma chamada de A para B, um hacker pode passar a controlar e a recolher todo o conteúdo da conversa. O smartphone de B pode ser usado para atacar outros dispositivos escondendo a origem do ataque”. A empresa Kaspersky Lab por sua vez, analisou uma câmara que servia para monitorizar um bebé, controlada a partir de um smartphone constatando que “a câmara que monitoriza o bebé permitia a um hacker, que usou a mesma rede, se ligasse, pudesse ver vídeos e lançar áudios a partir da própria câmara. Outras câmaras do mesmo fabricante permitiam aos hackers obter passwords de utilizador. A investigação demonstrou que também era possível a um hacker obter a palavra passe da câmara e alterar maliciosamente o firmware a partir da mesma rede.” (Kaspersky Lab , 2016)
Talvez saibamos tudo isto, mas ainda não interiorizamos que estamos expostos mesmo quando julgamos que estamos a ser discretos. Não só pela quantidade de informação pessoal que colocamos nas redes sociais, esquecendo a pegada digital, o que se coloca na internet não sai da internet, esta é uma montra que nos expõe mas que tem o poder de nos dominar se não forem tomadas as devidas precauções, como também a câmara do nosso computador ou de um smartphone que pode estar a captar tudo o que estamos a fazer. Ao tomar certas precauções, a nossa navegação será mais protegida e, como tal, poderemos desfrutar com maior segurança das inúmeras vantagens que a internet e as mais recentes tecnologias nos oferecem. 

O surfista desliza na onda, controla com mestria a deslocação da água e a força do seu movimento. É preenchido com uma sensação de domínio, capacidade de exercer poder e de disfrutar o prazer. No entanto, quando menos espera, é embrulhado e engolido por ela. Sacudido pela mesma força de movimento que acreditou controlar. É exatamente isto que ocorre com a internet e os seus utilizadores.” (Vasconcelos, 2016)

Referências Bibliográficas
Kaspersky Lab . (11 de novembro de 2016). SapoTec. Obtido em 28 de novembro de 2016, de Internet das Coisas tem muitos benefícios mas deve ser usada com algum cuidado: http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/internet_das_coisas_tem_muitos_beneficios_mas_deve_ser_usada_com_algum_cuidado-49539ust.html
Torres, J. (novembro de 2014). Segurança na internet. Seguranet . ESE-IPS, Setúbal.
Vasconcelos, P. (3 de novembro de 2016). O surfista e a onde: fraude na internet. Obtido em 28 de novembro de 2016, de Visão: http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet


[1] Licenciado em Matemática Aplicada, doutorado em Ciências da Engenharia. É investigador no Centro de Matemática da Universidade do Porto nas áreas de análise numérica, matemática computacional e economia computacional. Tem dirigido também a sua atenção para a investigação e a divulgação das grandes questões da Defesa Nacional e Segurança Internacional. É Auditor dos Cursos de Defesa Nacional. É sócio fundador do Observatório de Economia e Gestão de Fraude (OBEGEF). O OBEGEF é uma associação, sem fins lucrativos, para a aquisição de novos saberes sobre a fraude e a corrupção, contribuindo, pela formação e informação, para a sua deteção e prevenção.

Reflexão Individual - Ana Margarida Carvalheira



Reflexão Individual – Segurança na Internet
A Internet apareceu há cerca de 20 anos e com ela deu-se o “boom” da era nas novas Tecnologias de informação e Comunicação. O crescimento tem sido de tal forma exponencial que nos dias de hoje é quase impensável um individuo ou uma família não ter acesso à internet apesar de lamentavelmente em Portugal ainda existirem pessoas muito carenciadas tendo que se deslocar a locais públicos, desde bibliotecas, a cafés ou restaurantes que possuam “Wi-fi” para que possam usufruir desta ferramenta.
Todos sabemos que a internet é considerada uma “biblioteca” virtual, à qual qualquer individuo tem acesso a qualquer tipo de informação e a qualquer hora através de computadores, tablets, telemóveis entre outros, que para (Vasconcelos, 2016) são consideradas “máquinas com grande capacidade de cálculo de comunicação”. Temos acesso à leitura, mas também à opção de publicar informação, através de blogs, redes socias entre outras plataformas. Podemos também pesquisar e cultivar-nos com inúmeras possibilidades de pesquisa, o importante é saber escolher os sites, restringir o acesso de alguns às crianças, e saber tirar partido da informação que necessitamos.
Embora as vantagens sejam inúmeras, não nos podemos esquecer que a informação disponível é apenas a ponta de um “iceberg”. Nesta rede de “auto-estradas” de informação existem muitos sites aos quais só algumas pessoas/organizações têm acesso, como por exemplo o tráfico de crianças, redes de prostituição, tráfico de droga entre muitos outros. Para além destes, existem ainda outros sites usados para publicar vendas/compras que não são fidedignas, levando as pessoas menos informadas a fazer transferências muitas das vezes de grandes quantias sendo as mesmas ludibriadas. Hoje em dia cada vez mais pessoas tendem a pagar bilhetes de avião, transferências bancarias, reservas em hotéis, entre muitos outros, sempre online, é uma maneira mais rápida do “assunto” ficar tratado.
Falando mais concretamente em termos escolares, esta ferramenta está inserida na escola e em casa. É cada vez mais utilizada tanto por educadores/professores como pelas crianças e estudantes. É uma espécie de “saída” online de bibliotecas e outras bases de dados que ajudam no desenvolvimento pedagógico. Nos dias de hoje existem blogs de encarregados de educação e professores que incentivam experiências no ato de ensinar e aprender onde partilham as experiencias vividas com os mais novos, dando “dicas” a outras educadoras, mostrando formas educativas de ensinar, seja com fichas, brincar com materiais didáticos ou até mesmo com atividades lúdicas para as crianças desenvolverem a motricidade fina e motora.
O uso desta ferramenta online deve ser feito por um lado, o mais cedo possível pois saber funcionar com a internet é uma habilidade, mas por outro lado deve ser bem controlada por parte dos pais e educadores/professores porque por vezes pode tornar-se numa grande arma. Porque pior que os hackers somos nós próprios, devemos ter sempre a atenção redobrada no que diz respeito a abrir pastas, “janelas”, assim como sites que nos aparecem muitas vezes como publicidade.
Referências Bibliográficas:

Oliveira, Pedro Miguel (2016), Quem vigia a Internet de Todas as Coisas? , Online, disponível em  http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-
Sem Autor (2016), Internet das Coisas tem muitos benefícios mas deve ser usada com algum cuidado,  Online, disponível em  http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/internet_das_coisas_tem_muitos_beneficios_mas_deve_ser_usada_com_algum_cuidado-49539ust.html
Vasconcelos, Paulo (2016), O surfista e a onda: fraude na internet, Online, disponível em  http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet
Belanciano, Vítor (2014),  Não são apenas as celebridades que estão a nu na internet, Online, disponível em  https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/nao-sao-apenas-as-celebridades-que-estao-a-nu-na-internet-1668563
Guerreiro, António (2014), A Máquina Google, Online, disponível em  https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/a-maquina-google-1663271

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Tux Paint

O Tux Paint é uma multiplataforma livre que se pode tornar bastante útil uma vez que as crianças podem utilizar toda a sua criatividade. Este é um editor de imagem disponível não só para o Windows mas também para o Linux, entre outros.
Esta plataforma é composta por uma personagem, um pinguim, que encoraja as crianças nas suas descobertas. É importante referir que a maneira como o site está organizado facilita a criança na sua utilização como por exemplo o facto de os ícones serem grandes de modo a que a criança consiga facilmente aceder.
Existem diversas vantagens para se utilizar este programa em sala de aula com os alunos, para além de ser um momento lúdico, pode ser também um momento produtivo e educativo.

sábado, 22 de outubro de 2016

Tarefa - O Jogo Educativo



No âmbito Unidade Curricular (UC) de Língua Portuguesa e Tecnologias da Informação e Comunicação (LPTIC) foi-nos solicitada a escolha de um jogo educativo, a justificação desta mesma escolha, as aprendizagens esperadas e o público-alvo.  
O Jogo por nós escolhido destina-se ao 1º ano de escolaridade, na área disciplinar da Língua Portuguesa e tem como título, "Aprender as Vogais". Pertence ao Centro de Competências TIC da ESE de Santarém e está direcionado o para o Jardim de Infância, o 1º Ciclo e o 2º Ciclo, sendo um site que contem temáticas diversificadas tanto para alunos como para professores