No âmbito da Unidade Curricular (UC) de Língua Portuguesa e Tecnologias da Informação e Comunicação (LPTIC) foi-nos solicitada a criação de um blog de forma a reunir todos os trabalhos realizados no decorrer do semestre.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Reflexão Individual - Vânia Silva
Segurança na Internet
No
âmbito da Unidade Curricular (UC) de Língua Portuguesa e Tecnologias da
Informação e Comunicação (LPTIC), foi solicitada uma reflexão individual sobre
questões de segurança, privacidade e fidedignidade suscitadas pelas novas
tecnologias de informação e comunicação, tendo por base a aula apresentada pelo
professor João Torres, a leitura dos textos de imprensa sugeridos e outros.
A
internet é um meio versátil e uma fonte de inesgotáveis recursos, que nos
permite contactar com utilizadores em regiões remotas e estabelecer uma rede de
partilha com o mundo. Assim, diariamente são milhões os utilizadores, de todas
as idades e culturas que usam a internet e são muitas as vantagens deste mundo
diferente como novas formas de jogar, novas formas de aprender, novas formas de
comunicar, novas formas de viajar, inclusive visitas virtuais a museus, novas
formas de nos exprimir, como os emotions.
No entanto, este mundo repleto de potencialidades também oferece alguns riscos
que ameaçam a nossa segurança, é por isso necessário ter conhecimento destes
riscos para que desta forma nos possamos proteger e tomar as devidas
precauções. Como o professor João Torres referiu na sua apresentação: “As facas também são perigosas e corremos o
risco de nos cortar, mas não é por isso que deixamos de as usar, simplesmente,
aprendemos a usá-las”. Ainda segundo o mesmo, quando se utilizam as tecnologias
é necessário “cuidado!!!” aos mais
diversos níveis, tais como: Conteúdos (pornografia, racismo, violência, droga,
jogos, informação incorreta e perigosa); Dados pessoais (roubo de identidade,
aproximações indevidas, mensagens com falsos remetentes ou mensagens em redes
sociais); Contactos (correio eletrónico não desejado e conversação com
estranhos em salas de conversa (chat), encontros presenciais com desconhecidos…),
um exemplo dado foram uns email que se recebia dizendo ser da polícia, que eram
uma burla, uma vez que é sempre de estranhar uma multa vir por email e o facto
de o nosso email vir em BCC – significa que foi enviado para mais pessoas mas
eu apenas vejo o meu endereço de email; Gestão de tempo (dependências,
utilização sem objetivos…); Burlas (invasão da privacidade através da
publicidade não desejada, falta de transparência entre a publicidade e o
conteúdo, esquemas fraudulentos…). Uma piscina apresenta diversos perigos
principalmente o risco de afogamento, como tal, poderemos colocar vedações para
as crianças não irem para lá, no entanto, se a cancela estiver aberta elas vão
na mesma, podemos estar sempre ali a vigiar, no entanto, podemo-nos distrair…ou
seja podemos aplicar todas estas soluções, mas a mais eficaz será ensinar a
criança a nadar e desta forma prevenir o risco de afogamento.
Segundo
um artigo de opinião da revista Visão, escrito por Paulo Vasconcelos[1],
“foi há 23 anos, a 30 de Abril de 1993,
que o CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear) estabeleceu a
internet (WWW - World Wide Web). Aconteceu o Big Bang da era da informação: a
partir de então foi uma explosão de servidores e serviços com utilizadores a
disponibilizar e a aceder à informação”. (Vasconcelos, 2016) São muitas as
empresas hoje em dia que existem apenas na internet sendo também muitos os
negócios que se baseiam única e exclusivamente em plataformas web. Assim, é
cada vez maior o número de pessoas que utilizam o homebanking, que fazem
compras sem ver o produto diretamente, que compram passagens aéreas e que fazem
as reservas em hotéis, entre muitas outras coisas, mesmo as pessoas mais
reservadas. É o que todas estas transações têm em comum, a entrega de dados
pessoais e consequentemente a partilha de informação, que ameaçam a nossa
segurança. Obviamente que todas as empresas criadoras de software e hardware
têm sempre presentes a questão da segurança, no entanto esta é uma batalha difícil
de travar, uma vez que "Qualquer
dispositivo ligado, controlado por uma aplicação, tem, quase certamente, pelo
menos um problema de segurança. Os hackers
podem explorar várias dessas vulnerabilidades ao mesmo tempo (…)” refere
Victor Alyushin, analista de segurança da Kaspersky Lab. (Kaspersky Lab , 2016) Os smartphones por exemplo, segundo Paulo Vasconcelos,
“são muito mais do que telefones, são
máquinas com grande capacidade de cálculo e de comunicação. Ao fazer uma
chamada de A para B, um hacker
pode passar a controlar e a recolher todo o conteúdo da conversa. O smartphone
de B pode ser usado para atacar outros dispositivos escondendo a origem do
ataque”. A empresa Kaspersky Lab por sua vez, analisou uma câmara que
servia para monitorizar um bebé, controlada a partir de um smartphone constatando que “a
câmara que monitoriza o bebé permitia a um hacker, que usou a mesma rede, se ligasse, pudesse ver vídeos e
lançar áudios a partir da própria câmara. Outras câmaras do mesmo fabricante
permitiam aos hackers obter
passwords de utilizador. A investigação demonstrou que também era possível a um
hacker obter a palavra passe da câmara e alterar maliciosamente o firmware a
partir da mesma rede.” (Kaspersky Lab , 2016)
Talvez
saibamos tudo isto, mas ainda não interiorizamos que estamos expostos mesmo
quando julgamos que estamos a ser discretos. Não só pela quantidade de informação
pessoal que colocamos nas redes sociais, esquecendo a pegada digital, o que se
coloca na internet não sai da internet, esta é uma montra que nos expõe mas que
tem o poder de nos dominar se não forem tomadas as devidas precauções, como
também a câmara do nosso computador ou de um smartphone que pode estar a captar
tudo o que estamos a fazer. Ao
tomar certas precauções, a nossa navegação será mais protegida e, como tal,
poderemos desfrutar com maior segurança das inúmeras vantagens que a internet e
as mais recentes tecnologias nos oferecem.
“O surfista desliza na onda, controla com
mestria a deslocação da água e a força do seu movimento. É preenchido com uma
sensação de domínio, capacidade de exercer poder e de disfrutar o prazer. No
entanto, quando menos espera, é embrulhado e engolido por ela. Sacudido pela
mesma força de movimento que acreditou controlar. É exatamente isto que ocorre
com a internet e os seus utilizadores.” (Vasconcelos, 2016)
Referências
Bibliográficas
Kaspersky Lab .
(11 de novembro de 2016). SapoTec. Obtido em 28 de novembro de 2016, de
Internet das Coisas tem muitos benefícios mas deve ser usada com algum cuidado:
http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/internet_das_coisas_tem_muitos_beneficios_mas_deve_ser_usada_com_algum_cuidado-49539ust.html
Torres, J. (novembro de 2014). Segurança na internet. Seguranet
. ESE-IPS, Setúbal.
Vasconcelos, P. (3 de novembro de 2016). O surfista e a
onde: fraude na internet. Obtido em 28 de novembro de 2016, de Visão:
http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet
[1]
Licenciado em Matemática Aplicada, doutorado em Ciências da Engenharia. É
investigador no Centro de Matemática da Universidade do Porto nas áreas de
análise numérica, matemática computacional e economia computacional. Tem
dirigido também a sua atenção para a investigação e a divulgação das grandes
questões da Defesa Nacional e Segurança Internacional. É Auditor dos Cursos de
Defesa Nacional. É sócio fundador do Observatório de Economia e Gestão de
Fraude (OBEGEF). O OBEGEF é uma associação, sem fins lucrativos, para a
aquisição de novos saberes sobre a fraude e a corrupção, contribuindo, pela
formação e informação, para a sua deteção e prevenção.
Reflexão Individual - Ana Margarida Carvalheira
Reflexão Individual
– Segurança na Internet
A
Internet apareceu há cerca de 20 anos e com ela deu-se o “boom” da era nas
novas Tecnologias de informação e Comunicação. O crescimento tem sido de tal
forma exponencial que nos dias de hoje é quase impensável um individuo ou uma família
não ter acesso à internet apesar de lamentavelmente em Portugal ainda existirem
pessoas muito carenciadas tendo que se deslocar a locais públicos, desde
bibliotecas, a cafés ou restaurantes que possuam “Wi-fi” para que possam
usufruir desta ferramenta.
Todos
sabemos que a internet é considerada uma “biblioteca” virtual, à qual qualquer
individuo tem acesso a qualquer tipo de informação e a qualquer hora através de
computadores, tablets, telemóveis entre outros, que para (Vasconcelos, 2016)
são consideradas “máquinas com grande capacidade de cálculo de comunicação”.
Temos acesso à leitura, mas também à opção de publicar informação, através de
blogs, redes socias entre outras plataformas. Podemos também pesquisar e cultivar-nos
com inúmeras possibilidades de pesquisa, o importante é saber escolher os
sites, restringir o acesso de alguns às crianças, e saber tirar partido da
informação que necessitamos.
Embora
as vantagens sejam inúmeras, não nos podemos esquecer que a informação
disponível é apenas a ponta de um “iceberg”. Nesta rede de “auto-estradas” de
informação existem muitos sites aos quais só algumas pessoas/organizações têm
acesso, como por exemplo o tráfico de crianças, redes de prostituição, tráfico
de droga entre muitos outros. Para além destes, existem ainda outros sites
usados para publicar vendas/compras que não são fidedignas, levando as pessoas
menos informadas a fazer transferências muitas das vezes de grandes quantias
sendo as mesmas ludibriadas. Hoje em dia cada vez mais pessoas tendem a pagar
bilhetes de avião, transferências bancarias, reservas em hotéis, entre muitos
outros, sempre online, é uma maneira mais rápida do “assunto” ficar tratado.
Falando
mais concretamente em termos escolares, esta ferramenta está inserida na escola
e em casa. É cada vez mais utilizada tanto por educadores/professores como
pelas crianças e estudantes. É uma espécie de “saída” online de bibliotecas e
outras bases de dados que ajudam no desenvolvimento pedagógico. Nos dias de
hoje existem blogs de encarregados de educação e professores que incentivam experiências
no ato de ensinar e aprender onde partilham as experiencias vividas com os mais
novos, dando “dicas” a outras educadoras, mostrando formas educativas de
ensinar, seja com fichas, brincar com materiais didáticos ou até mesmo com
atividades lúdicas para as crianças desenvolverem a motricidade fina e motora.
O
uso desta ferramenta online deve ser feito por um lado, o mais cedo possível
pois saber funcionar com a internet é uma habilidade, mas por outro lado deve
ser bem controlada por parte dos pais e educadores/professores porque por vezes
pode tornar-se numa grande arma. Porque pior que os hackers somos nós próprios,
devemos ter sempre a atenção redobrada no que diz respeito a abrir pastas,
“janelas”, assim como sites que nos aparecem muitas vezes como publicidade.
Referências
Bibliográficas:
Oliveira,
Pedro Miguel (2016), Quem vigia a
Internet de Todas as Coisas? , Online, disponível em http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-
Sem
Autor (2016), Internet das Coisas tem
muitos benefícios mas deve ser usada com algum cuidado, Online, disponível em http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/internet_das_coisas_tem_muitos_beneficios_mas_deve_ser_usada_com_algum_cuidado-49539ust.html
Vasconcelos,
Paulo (2016), O surfista e a onda: fraude
na internet, Online, disponível em http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet
Belanciano,
Vítor (2014), Não são apenas as celebridades que estão a nu na internet, Online,
disponível em https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/nao-sao-apenas-as-celebridades-que-estao-a-nu-na-internet-1668563
Guerreiro, António (2014), A Máquina Google, Online, disponível
em https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/a-maquina-google-1663271
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Tux Paint
O Tux Paint é uma multiplataforma livre que se pode tornar bastante útil uma
vez que as crianças podem utilizar toda a sua criatividade. Este é um editor de
imagem disponível não só para o Windows mas também para o Linux, entre outros.
Esta plataforma é composta por uma personagem, um pinguim, que encoraja as
crianças nas suas descobertas. É importante referir que a maneira como o site
está organizado facilita a criança na sua utilização como por exemplo o facto
de os ícones serem grandes de modo a que a criança consiga facilmente aceder.
Existem diversas vantagens para se utilizar este programa em sala de aula
com os alunos, para além de ser um momento lúdico, pode ser também um momento
produtivo e educativo.
sábado, 22 de outubro de 2016
Tarefa - O Jogo Educativo
No âmbito Unidade
Curricular (UC) de Língua Portuguesa e Tecnologias da Informação e
Comunicação (LPTIC) foi-nos solicitada a escolha de um jogo educativo, a
justificação desta
mesma escolha, as aprendizagens esperadas e o público-alvo.
O Jogo por nós escolhido destina-se ao 1º ano de escolaridade, na área disciplinar da Língua Portuguesa e tem como título, "Aprender as Vogais". Pertence ao Centro de Competências TIC da ESE de Santarém e está direcionado o para o Jardim de
Infância, o 1º Ciclo e o 2º Ciclo, sendo um site que contem
temáticas diversificadas tanto para alunos como para professores.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Actividade 1
A integração das TIC
no processo de ensino-aprendizagem: uma opção ou uma necessidade?
Falar
de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), tal como de Educação, é falar
sobre as mais variadas coisas, porque, como refere o profº João Paz, “os vários tipos de novas tecnologias vão
incidir em dimensões educacionais variadas (...)” (Paz, 2008), sejam computadores
ou telemóveis, que são mais do que isso, eles fazem parte do dia-a-dia. Estes
podem ser também desde simples aplicações informáticas com fins educativos ou
até mesmo plataformas de gestão da aprendizagem, como o moodle por exemplo. No
entanto, continua nos dias de hoje a gerar uma enorme controvérsia se será
benéfico ou não, a integração das TIC no processo de ensino-aprendizagem. As Tecnologias de Informação
estão relacionadas com todas as vertentes associadas à gestão e processamento
da informação, especialmente no seio de uma grande organização ou empresa.
Englobam nomeadamente não só toda a componente de infraestrutura (hardware) mas
também todas as aplicações (software) e bases de dados que assim permitem
efetuar o devido tratamento de toda a informação.
Kieran Egan refere que o que se
vive na educação atual é em muito semelhante ao que se vivia nos finais do séc.
XVI com a crise económica da Europa, em que uns colocavam as culpas nos outros,
tal como hoje: “O ensino superior acusa o
ensino secundário. O ensino Secundário acusa o básico. Este acusa o primário.
(…) as culpas não estão onde estão a ser apontadas, mas sim em males endémicos
de que padece a nossa educação (…)” (Figueiredo,2000). Estes “males
endémicos” a que o autor se refere são a herança da Sociedade Industrial e o
facto de, ainda nos dias de hoje, a nossa educação continuar a insistir nos
paradigmas mecanicistas, isto é, a escola como uma linha de montagem: As mesas
e cadeiras em fila, as campainhas a tocar de hora em hora, a instrução de ouvir
e responder, a reprodução de disciplinas artificialmente separadas… Segundo o
mesmo artigo, Novos Media e Nova Aprendizagem, é também importante referir que
“o maior desafio dos novos media é,
segundo a nossa opinião, o de construir comunidades ricas em contexto onde a
aprendizagem individual e coletiva se constrói e onde os aprendentes assumem a
responsabilidade, não só da construção dos seus próprios saberes, mas também da
construção de espaços de pertença onde a aprendizagem coletiva tem lugar”. (Figueiredo, 2000) Podemos dizer que é
importante a integração das TIC no processo de ensino-aprendizagem, não só para
quebrar esta herança mecanicista mas também porque se estas desempenham, cada
vez mais, um papel presente no seio das famílias, então, porque não explorar também
este fenómeno no sentido de uma melhor aprendizagem em sala de aula
contribuindo para diluir as fronteiras entre o aprender, viver e trabalhar?
Devido à evolução profunda das Tecnologias de Informação, o sector de ensino
deve ser capaz de dar resposta às expectativas dos alunos e professores
contribuindo para uma melhor aprendizagem e trabalho por parte de todos, sendo
que estas possibilitam o acesso a um vasto recurso de informação nos mais
diversos domínios, assim como, a oportunidade de utilização de um determinado
equipamento direcionado para o bom sucesso dos alunos e de materiais de fácil
consulta que possibilitam aos alunos reforçar a sua autonomia.
As TIC contribuem para uma melhor
preparação e qualidade das aulas por parte do professor e que poderá
traduzir-se em material mais apelativo e diversificado para os estudantes
contribuindo também para a motivação dos mesmos. Desta forma o papel do professor
deve estar mais centrado na colaboração (através da utilização de algumas das
ferramentas tecnológicas disponíveis) como parte do processo de ensino-aprendizagem.
A
quantidade de informação hoje disponível é de fácil e rápido acesso, por parte
do professor e dos alunos, tornando as TIC indispensáveis. Estão hoje presentes
no nosso dia-a-dia, pelo que também devem contribuir para facilitar todas as
tarefas quer de investigação, preparação e elaboração das aulas por parte do
professor e que hoje não se pode dissociar desta nova realidade, devendo sim
procurar tirar o melhor partido das ferramentas disponíveis.
Contudo,
as TIC não podem nos dias de hoje ser apenas uma opção já que cada vez mais estas
estão presentes em toda a sociedade e nos mais diversos domínios, não só os
computadores como também o rádio, a televisão, entre muitos outros. O processo de
ensino deverá saber utilizar as tecnologias nas suas vertentes mais efetivas e
que melhor possam contribuir quer para o trabalho dos professores quer para os
resultados que são pretendidos do lado dos alunos. Assim, deverá existir o
devido balanceamento e complementaridade das TIC em todo o processo de ensino-aprendizagem.
Referências
bibliográficas:
Fidalgo,
P. P. (2009). O ensino e as Tecnologias da Informação e Comunicação. Setúbal
na Rede
Figueiredo, P.
A. (2000). ResearchGate. Obtido em outubro de 2016, de
https://www.researchgate.net/publication/258241150_Novos_Media_e_Nova_Aprendizagem
Paz, P. J.
(2008). Educação e Novas Tecnologias. Setúbal na Rede .
Subscrever:
Mensagens (Atom)
